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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Diários de um arcano - a morte

A noite estava escura, a lua se escondia em meio de nuvens, quase não se enxergava nada, apenas a colina ao longe, e a estrada iluminada pelos faróis do carro.
 Pego o antigo colar que minha mãe me deu antes de falecer, uma lagrima rola pelo meu rosto, ela faz muita falta para mim.
 Pego a estrada pela colina, já era por volta de 2:00 da madrugada, quando o motor do meu carro morre, avisto uma pequena casa perto, e empurro o carro ate la, entro, vejo que não tem ninguém, apenas uma cama, deito nela e espero o dia amanhecer, quando foi por volta das 3:30 da manhã, sinto algo deitando ao meu lado, acordo assustado e ligo a luz, vejo uma mulher que  não aparentava ter mais de 20 anos, os olhos vermelhos como fogo, cabelos negros, pele pálida como a neve. 
 _ O que você quer?- pergunto irritado.
 _ A sua alma!- ela responde, ignorando minha irritação.
 _ Quem ou o que é você?- pergunto assustado.
 _ Não me reconhece mais rique?- ela responde em tom irônico.
 _ Fhany!!- Não era possível, a minha paixão de infância, quem eu amava, ter se transformado naquilo.
 _ Finalmente, coisa lenta!- ela responde.
 _ Pensei que tudo isso tinha acabado há....
 _ 10 anos- ela me interrompe- Só porque o benjo matou meu chefe não quer dizer que tudo acabou, a outros á solta.
 _ Mas, pensei que eles tinham te salvado de tudo isso.- respondo
 _ Foi o que pensaram, mais quando o Leo me encontrou, me prometeu tanta coisa, e eu aeitei, e olha so, eu mudei, e pra melhor, olha meus truques.- ela fala jogando um prego dourado sobre mim, me desvio tão rápido que parece sobrenatural.
 _ Eu também aprendi muitos truques.- falo pegando uma perola do bolso e jogo, acertando a fhany, que cai no chão.
 _Adimito, você superou o que tinha em mente, mais você não é nada perto de mim.- ela fala voando no meu pescoço, que tiro as mãos dela, que cai no chão.Ela se levanta.
 _ Isso nao acabou ainda.- ela fala e some.